A criação de direitos ou ativos no meio digital tem sido conhecida no mercado como tokenização – uma derivação da palavra token que é a representação de um ativo digital. Para entender o crescimento desse mercado, nosso head de non-bank financials e TMT, Otávio Tanganelli,conversou com o CEO da BlockBR, Cássio Krupinsk.

Segundo Cássio, as tokenizadoras estão vivenciando um momento de grandes oportunidades, já que conduzem a operação e ajudam a orientar os próprios reguladores, com base no entendimento profundo do ambiente externo de regulação externo. “Quando se fala em criptomoeda, estamos falando em um ambiente democratizado, descentralizado e global. Nossos ativos digitais dividem-se em dois tipos de tokens: os estruturados, que são os recebíveis; e os superestruturados, que possibilitam diversas modalidades de tokens (no setor imobiliário, agro, biotecnologia, mineração etc.) regulados sob um amplo respaldo jurídico referente a viabilidade e riscos, que é apresentado aos reguladores, e em seguida são colocados em oferta”, disse.

Ele ainda ressaltou a importância de realizar um processo educativo, criando uma cultura sobre investimentos digitais no mercado financeiro. “É possível diminuir a presença de vários intermediários no meio do caminho, além de fazer com que o investidor do token possa ganhar muito mais dinheiro e que o dono do ativo tenha uma velocidade e uma eficiência muito maior, e isso é a BlockBR ”, disse. Confira mais destaques a seguir.

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